No dia 12 de agosto, o Mar Hotel Conventions Recife foi palco do Security Leaders 2026, considerado o maior e mais qualificado evento de Segurança da Informação e Cibernética do Brasil. A Moura Dubeux marcou presença no encontro, com Thiago Alexandre, Gerente de TI do Grupo MDNE, participando como palestrante em um dos painéis mais estratégicos da programação.
Um dia de debates sobre o futuro da cibersegurança
O evento reuniu CISOs, CIOs, CTOs e líderes de segurança de todo o Brasil para discutir os principais desafios e oportunidades do setor. Ao longo do dia, a programação incluiu palestras, estudos de caso e painéis com especialistas de empresas como CESAR, Neoenergia, Grupo Cornélio Brennand, SESC PE, Fortinet e Netskope, entre outras.
Os temas que pautaram as discussões foram fraudes digitais e risco sistêmico em ecossistemas digitais, o papel da IA na automação de processos de segurança, resiliência cibernética, governança do uso de inteligência artificial e gestão de risco em infraestruturas críticas.
A participação da Moura Dubeux
Thiago Alexandre integrou o painel "O futuro da Cyber Security na era da IA Agêntica e Física", ao lado de Diego Lilioso, CIO do SESC PE, e Tresso Medeiros, Gerente de TI do CESAR. O debate girou em torno de uma pergunta central: o que acontece com a Segurança da Informação quando a IA automatiza o nível 1 e redefine o setor?
Na visão de Thiago, a inteligência artificial está transformando a segurança em duas frentes simultâneas: a segurança da própria IA, com proteção de dados, modelos, agentes e decisões, e o uso da IA dentro da segurança, automatizando processos, apoiando o SOC e ampliando a capacidade dos times.
Um dos pontos centrais do debate foi a distinção entre automação e autonomia. Para Thiago, esse limite precisa ser proporcional ao impacto da decisão: tarefas simples, reversíveis e de baixo risco podem ter maior autonomia, enquanto decisões com impacto financeiro, operacional, regulatório ou reputacional exigem maior supervisão humana. A pergunta que guia esse raciocínio deixou de ser "a IA consegue fazer?" e passou a ser "devemos permitir que ela faça sozinha?"
O Gerente de TI da MDNE também destacou que o profissional de segurança não será substituído pela IA, mas transformado em um orquestrador entre tecnologia, negócio e inteligência artificial. O desafio, como ele resumiu, não é apenas colocar IA dentro da segurança, mas colocar segurança dentro da IA.
O que fica do Security Leaders Recife 2026
O encontro reforçou que o futuro da cibersegurança passa por governança robusta, capacitação contínua das pessoas, uso responsável da inteligência artificial, gestão de identidades e automação orientada a risco. Temas que já fazem parte da agenda estratégica de TI do Grupo MDNE e que seguirão norteando as iniciativas da área nos próximos anos.
A participação da Moura Dubeux no Security Leaders Recife 2026 reflete o compromisso do grupo com a evolução contínua das suas práticas de tecnologia e segurança da informação, em linha com os mais altos padrões do setor.






